Telecine

17.9.21

O Inimaginável

O Inimaginável || Disponível nas plataformas digitais 
Crítica por Helen Nice 

Imagem cedida pela A2 Filmes

O Inimaginável, filme de 2018, dirigido por Victor Danell que também assina o roteiro juntamente com o ator principal Christoffer Nordenrot, teve sua estreia no Festival Internacional de Cinema Fantástico de Paris. O filme é uma produção do coletivo Crazy Pictures, conhecido por curtas e comerciais no YouTube, e foi financiado pelo público em uma campanha no Kickstarter. O filme foi produzido em 2018, ano em que o governo sueco criou um manual de alerta à população para se preparar contra atentados terroristas, ataques, catástrofes naturais e confrontos, e foi bem recebido pelo público em geral. No elenco temos: Christoffer Nordenrot (Alex), Jesper Barkselius (Björn), Ulrika Backströn (Klara), Lisa Henni (Anna), Pia Halvorsen (Eva), entra outros. 

O roteiro é uma miscelânea de ideias e não segue um único tema definido, unindo crise familiar, conflitos pai/filho e uma história de amor, num panorama de ação espetacular bem ao estilo fim de mundo. A trama começa com a família do jovem músico talentoso Alex, que vive com o pai Björn, ex-militar autoritário e violento e sua mãe Klara, que mesmo sem voz ativa trata o filho com carinho e atenção. Quando a situação atinge um ponto crítico, com os maus tratos chegando a um limite inaceitável, Klara abandona a família, deixando o rapaz à mercê do pai desequilibrado. O jovem nutre uma paixão platônica pela vizinha, a pianista Anna, sua única amiga. 

Imagem cedida pela A2 Filmes

Quando a garota lhe informa que sua mãe Eva foi transferida de cargo e elas irão se mudar para Estocolmo, Alex perde a chance de declarar seu amor. Isso agrava seu temperamento depressivo e introvertido. O rapaz também não suporta mais as paranoias do pai e sai de casa impulsivamente, indo pedir abrigo para um tio em Estocolmo. Anos mais tarde, agora um músico famoso, Alex ainda se mostra um ser melancólico, rancoroso, indiferente aos sentimentos do próximo. Nitidamente uma pessoa com sérios problemas emocionais, marcado emocionalmente e que reproduz o comportamento do pai. Ao receber a notícia da morte da mãe em uma explosão terrorista de responsabilidade do grupo EIIS, não demonstra qualquer dor ou sofrimento. Contrário a sua vontade, o rapaz terá que retornar a cidade natal para os serviços funerários. Pai e filho terão que se reencontrar e encarar as desavenças do passado. 

O Inimaginável

17.9.21

15.8.21

L.O.C.A

L.O.C.A || Estreia hoje às 22h no Telecine Premium  
Crítica por Helen Nice 

Imagem: Reprodução

Domingo (15/08) é #DiaDoSolteiro! Nada melhor do que pegar aquela pipoquinha e curtir a melhor companhia ever. A sua!! E assistindo uma comédia descontraída e engraçada no #Telecine. Nossa dica é a estreia de hoje no streaming e no Telecine Premium às 22h- L.O.C.A - Liga das Obsessivas Compulsivas por Amor. O roteiro parte da premissa que "toda mulher em algum momento da vida já foi taxada de louca". Sim, porque quando não existe mais argumento que justifique um comportamento ou uma atitude mais exacerbada, mais fácil é colocar um rótulo, né? Entretanto, a "louca" pode ser simplesmente alguém que ama demais, que é forte e luta para manter um relacionamento no qual ela ainda acredita ou, ao contrário, que reconhece uma relação tóxica e dá um basta na situação, às vezes de forma explosiva. 

Carolina Jabor idealizou a trama toda e Cláudia Jouvin fez o roteiro e dirigiu essa história que conta com um elenco estelar, que domina a arte de fazer rir. Aliás, a comédia foi escrita, produzida, dirigida e protagonizada por mulheres, o que nos dá uma outra perspectiva de comédia romântica. O filme chega diretamente à sua casa em um momento conturbado de nossa cultura e vem como um bálsamo acolhedor que descontrai e diverte, foi dito em coletiva de imprensa na apresentação do filme. Ao mesmo tempo, a narrativa propõe assumir sua função social de fazer o público refletir sobre um tema um tanto indigesto como os limites nos relacionamentos ou até onde o amor justifica qualquer atitude. 

Imagem: Reprodução

No filme, situações fantasiosas e até perigosas servem para derrubar rótulos e estereótipos. Seria como se as mulheres estivessem se livrando de dívidas ancestrais, não se anulando em nome de um relacionamento. Sim, porque a mulher hoje assume seu papel de "louca", mas o discurso é outro. O termo pode ser ressignificado e mostrar uma mulher empoderada e dona de suas emoções. Assim o filme também aponta para uma possível esperança em relacionamentos saudáveis. Porque assim é a vida, imperfeita e bela. As histórias de amor são reais e o príncipe encantado e o final feliz caíram por terra. Figurino e direção de arte a cargo das estilosas Mariana Franco e Kiti Duarte dão um show em modelos e cores vibrantes. As referências visuais definem a personalidade de cada personagem de forma apaixonante e muito agradável, visualmente falando. A trilha sonora completa o conjunto harmônico desta verdadeira experiência visual. 

Na trama, Manoela (Mariana Ximenes) é uma jornalista que, sob o pretexto de fazer uma matéria para a revista feminina onde trabalha, passa a frequentar um grupo de apoio - L.O.C.A - a liga das obsessivas por amor. Ela, que a princípio não admite que também precisa de ajuda para resolver sua relação conturbada com o professor Carlos (Fábio Assunção), acaba se identificando com o grupo. Lá ela reencontra Elena (Debora Lamm) e conhece Rebeca (Roberta Rodrigues), que também encaram relacionamentos complicados. Juntas, as três loucas irão criar situações hilárias em nome do amor. 

No elenco temos ainda: Érico Brás (Jorge), Luís Miranda (Edson), Maria Luiza Mendonça (Vera), Otávio Muller (Estevão). De maneira descontraída e leve, o filme quer que o público se identifique com as situações, muitas vezes tóxicas, que reconheça que um ombro amigo, ou terapia, ajudam, e muito! E que a vingança não é a melhor forma de solucionar os problemas. Seja L.O.C.A sabendo se posicionar de forma firme, carinhosa e elegante! Ou, fique solteira e comemore seu dia!! Bom divertimento!

L.O.C.A

15.8.21

28.7.21

Slalom - Até o Limite

Slalom - Até o Limite || Disponível nos cinemas 
Crítica por Helen Nice

Imagem cedida pela BranComunica

Slalom está em cartaz nos cinemas, que seguem à risca os cuidados de higiene e distanciamento durante a Pandemia. É um filme forte e chega em um momento bem significativo, quando o mundo todo volta seus olhos para os Jogos Olímpicos e seus atletas de alto rendimento. Entretanto, Slalom mostra um outro lado do esporte, muito mais perigoso e obscuro. Nos faz refletir até que ponto vai o comprometimento dos atletas para suportar as pressões dos treinos, as cobranças psicológicas e o limite entre o aceitável e o excesso, no que se refere à integridade física, em nome de marcas de aproveitamento que seriam compensadas por uma medalha. A saúde física e mental vale tal esforço? 

a trama, Fred (Jeremy Renier) é um ex-atleta que foi afastado do esporte devido a uma lesão e traz marcas profundas por não ter atingido seus objetivos. Um fato que o faz perpetuar erros do passado. Ele treina futuras promessas e tem como objetivo agenciar uma atleta de elite que chegará às finais da Taça da Europa no esqui competitivo nos Alpes franceses. Ele é bem apessoado, carismático e tem a fama de "pegar pesado" nos treinos. Chega à sua equipe a novata Lyz Lopes (Noee Abita). Menor de idade, com apenas 15 anos, Lyz vê no esqui seu único objetivo de vida. Com grande potencial, lhe falta treino e experiência. Sua mãe, Lilou (Marie Denarnaud) se esforça para arcar com um esporte tão caro e para isso assume um novo emprego em Marselha. 

Imagem cedida pela BranComunica

Lyz fica por conta própria em uma espécie de internato que une ensino médio e treinamento. Sem supervisão familiar e em um ambiente extremamente competitivo, a jovem enfrenta seus primeiros desafios. Lyz é obrigada a encarar uma rotina exaustiva de treinamento para se preparar para as competições, enquanto luta para manter boas notas no ensino regular. A pressão é cruel, mas rende frutos e a jovem começa a se destacar. Porém o desamparo familiar, as cobranças por performance, o peso emocional por saber que sua vida depende do esporte e dos estudos e o isolamento em um ambiente frio e impessoal são demais para suportar. Como ficaria a cabeça de uma adolescente?

Frágil e carente, Lyz se torna alvo fácil de um treinador sem escrúpulos. Ele tem controle sobre sua vida, seus treinos, horários, peso e até seu ciclo menstrual. A jovem bonita o atrai e ele nem respeita a mulher que vive e trabalha com ele, e que aparentemente tem conhecimento de casos anteriores. O abuso sexual rende cenas tórridas e de um sofrimento indescritível. Os protagonistas nos passam toda tensão e emoção da situação. O roteiro potente da estreante e co-roteirista Charlène Favier traz a visão dolorosa e muito íntima de alguém que esquiava competitivamente e teve más experiências reais. As cenas de esqui são incríveis e o visual impressionante. Fotografia belíssima, em um jogo de luz e cor deslumbrante. Os Alpes em toda sua beleza ímpar. 

O filme traz à luz um assunto desconfortável, porém necessário no que diz respeito ao consentimento, aprender a "dizer não", identificar relações tóxicas, assédio, manipulação e abuso, seja nos esportes ou em qualquer outro aspecto da vida. É preciso falar a respeito, denunciar e principalmente, saber identificar que o abuso pode ocorrer em qualquer lugar ou situação, mesmo entre aqueles que deveriam zelar e proteger. Um drama notável que merece ser visto.

Slalom - Até o Limite

28.7.21

18.6.21

Correndo Atrás

Correndo Atrás || Estreia dia 19 de junho de 2021 no Telecine Premium 
Crítica por Helen Nice 

Imagem: Reprodução

Dia do Cinema Nacional e a Rede Telecine não poderia comemorar de maneira mais espetacular! Após ter sido apresentado, e bem recebido, em Festivais pelo mundo, chega à Plataforma na Première Telecine essa comédia que inaugura uma bandeira no cinema brasileiro ao ser a primeira obra escrita, dirigida, produzida, representada e com toda equipe por trás das câmeras formada por profissionais negros. Um filme pioneiro, que vem provar o talento do Cinema Nacional. Baseado no livro "Vai na bola, Glanderson" escrito por Hélio de La Pena, que faz uma participação especial no filme e também divide o roteiro com o diretor Jefferson De. No elenco temos ainda Ailton Graça, Juliana Alves, Juan Paiva, Lázaro Ramos, Lellê, Rocco Pitanga, Teka Romualdo, Francisco Gaspar, Tonico Pereira, Nicole Bahls

Na história, que marca sua estreia como o protagonista, Ailton Graça é Ventania, um típico trabalhador informal brasileiro ou, como ele próprio se define, um empresário das ruas no setor de eletroeletrônicos. Ventania se vira como pode, fazendo pequenos bicos para conseguir uns trocados e honrar a pensão alimentícia de seu filho. Jurema, a mãe da criança, representa a mulher brasileira que batalha sozinha para criar o filho. Aquela mãe que defende sua cria com a garra de uma leoa, que encara desafios e transforma o mundo. Mas também aquela mulher que acolhe seu homem por amor, sem depender dele. 

Segundo o próprio Hélio de la Pena, dito em entrevista coletiva, o diretor Jefferson ampliou as questões abordadas no livro, dando mais poder às mulheres da obra. Há personagens marcantes como a avó, figura importante na criação de Glanderson ou a filha do vilão Romero, que enfrenta o pai para defender seu amado. Com a corda no pescoço, já devendo alguns meses de pensão, Ventania tem a ideia infalível de se aventurar no mercado futebolístico e se tornar um empresário internacional. Nasce o Projeto Menino de Ouro e ele sai à caça de algum grande talento. É quando conhece o garoto Glanderson, que faz maravilhas com a bola, apesar de lhe faltarem alguns dedos em um dos pés. Ventania vai recorrer aos amigos para dar asas ao seu sonho, contando com a ajuda do velho companheiro das peladas da juventude, Berinjela, que está mais para um amigo da onça. 

Imagem: Reprodução

O filme traz a característica família negra brasileira, retratada através de um roteiro universal e atemporal. São personagens de carne e osso, que batalham para sobreviver, seja encarando o mercado informal ou vendendo quentinhas na comunidade. É a versatilidade do povo, sempre correndo atrás de seus sonhos, sem perder o bom humor. O filme não se propõe a discutir questões raciais e sim apresentar um fato existente. Rodado em Muriaé, a cidade se tornou uma personagem em si, ao representar tão bem o subúrbio carioca. A direção de fotografia assinada por Cristiano Conceição entrega imagens primorosas. 

Há diversas referências espalhadas estrategicamente na trama que homenageiam grandes personalidades negras. Uma história leve, alegre, divertida, que mostra que a vida nas periferias vai muito além do crime e tráfico comumente retratados. Há também o lado humano, a rotina do dia a dia, a união da comunidade e o encanto da celebração entre amigos. Destaque para a cena do samba e feijoada, marca registrada do Rio de Janeiro. Uma delícia de ver a ouvir. A direção musical ficou a cargo do rapper BNegão. Correndo Atrás chega no momento oportuno, fazendo o público refletir sobre a necessária valorização do profissional negro e da importância nosso cinema como um todo. Merece ser prestigiado. Viva o Cinema Nacional!!

Correndo Atrás

18.6.21

4.3.21

Lucicreide vai pra Marte

Lucicreide vai pra Marte || Estreia em 4 de março de 2021 
Crítica por Helen Nice 

Imagem cedida pela Atômica Lab

Lucicreide perdeu o chão e a voz ativa em seu próprio lar. Seu companheiro e pai de seus 5 filhos, Dermirréi, sumiu do mapa. Do nada, sua sogra chega de mala e cuia para ficar, já que foi despejada e não tem onde morar. Diante do caos, seu único desejo é sumir para bem longe, de preferência fora deste mundo! Enquanto isso, na casa de seus patrões a coisa também não anda lá essas coisas. Tavinho anda trabalhando muito na escolha do elemento civil que irá compor a equipe da missão que fará uma viagem só de ida ao planeta vermelho. Sua esposa também viaja muito para fugir das responsabilidades do lar e deixa o filho abandonado, tendo apenas Lucicreide como companhia.

Em uma conversinha entre eles, a empregada diz ao garoto sobre sua vontade se viajar para longe. O garoto leva a sério e a inscreve no programa de seleção da Mars Mission. Assim começa a aventura da empregada Lucicreide, que parte para o Kennedy Space Center sem nem ter ideia das dimensões da sua empreitada. E nós ficaremos sabendo tudo que aconteceu, contado pela própria protagonista, enquanto ela dá depoimentos na imigração, explicando de onde veio um certo pen drive oficial encontrado em sua bolsa. 

Imagem cedida pela Atômica Lab

A história dá destaque a elementos da cultura pernambucana usando expressões locais e mostrando comidas típicas, como o famoso bolo de rolo que a empregada oferece ao mico da equipe, e enfatizando o sotaque arretado da personagem. Também se serve de elementos de referência de outros filmes de ficção como Star Wars e Alien, para dar um ar "espacial" à trama. Muito interessantes também as cenas do treinamento de Lucicreide com a experiência no voo gravidade zero, gravadas no Deserto de Nevada. Após um ano de negociações, o sonho de gravar em um lugar tão icônico como a Nasa. 

Destaque mais que positivo para as imagens gravadas em Cabo Canaveral no Kennedy Space Center e a participação especial do astronauta Marcos Pontes. A comédia certamente cairá no gosto do público que já conhece a personagem da tv nos quadros do Zorra Total. Além de divertir, a história também traz algumas mensagens bem sérias e importantes. Com seu jeito arretado e irreverente, a simples empregada dá lições de autoajuda aos outros membros da equipe, mostrando que fugir da família e das responsabilidades, não assumindo a realidade que se vive não é uma boa saída. Que sempre será mais proveitoso encarar a rotina, redescobrir os dons adormecidos e ajudar ao próximo. Que o reconhecimento profissional é sim importante em nossas vidas, porém é a família que sempre estará ao lado nos bons e maus momentos. Que é vital ser autêntico e assumir quem se é. Porque no final, o que conta mesmo é ser feliz! 

A produção da All Screems Films, co produção Fox Films, Telecine e Globo Filmes chega aos cinemas nesta quinta (04). Prestigie o cinema nacional.

Lucicreide vai pra Marte

4.3.21

15.1.21

Première Telecine lança seis títulos inéditos e com exclusividade no Brasil

Dando sequência ao selo Première Telecine, que traz para o streaming filmes inéditos, a partir do dia 15 de janeiro chegam produções internacionais exclusivas e de todos os gêneros para o público brasileiro. O primeiro deles é o drama romântico O Marido Perdido, protagonizado por Leslie Bibb e Josh Duhamel. No dia 20, estreia o terror A Bruxa da Casa Ao Lado, do diretor Brett Pierce. 

Imagem: Reprodução

Já no dia 22 de janeiro, o hub de cinema lança com exclusividade o filme Isolado na Pandemia, com o astro Tyler Posey no papel principal. Entre os destaques do mês, o Premiére Telecine ainda traz dia 25, a comédia dramática Mapa do Sexo, primeiro longa do diretor Nico Raineau. 

Na lista de inéditos, também está A Última Chance, do cineasta Steven C. Miller, que nos últimos anos têm se dedicado aos filmes de ação, disponível no dia 27. O mês de janeiro encerra com a trajetória do pistoleiro Billy The Kid, obra do cineasta Vincent D´Onofrio, que chega à plataforma no dia 31/1.

Confira aqui todas as novidades do Telecine.

Première Telecine lança seis títulos inéditos e com exclusividade no Brasil

15.1.21

2.12.20

O mundo da fantasia invade o streaming do Telecine em dezembro

Com direção de Jason Reitman, o drama biográfico O Favorito chega ao streaming do Telecine no dia 1º de dezembro. Na trama, Hugh Jackman interpreta o senador americano Gary Hart, candidato em ascensão para concorrer às eleições presidenciais no final da década de 1980. Após um escândalo de traição ser divulgado pela imprensa, o político que liderava as pesquisas viu suas chances de disputar as primárias desaparecerem. 

Homem-Aranha no Aranhaverso, vencedor do Oscar e do Globo de Ouro de Melhor Animação, é uma das novidades do mês e fica disponível no catálogo a partir do dia 4. O longa traz a história de Miles Morales (Shameik Moore), adolescente de ascendência afro-americana e porto-riquenha que assume o papel do herói Homem-Aranha. A produção ainda conta com as vozes de Mahershala Ali, Nicolas Cage, Hailee Steinfeld, Zoë Kravitz, Chris Pine e Liev Schreiber. 

Segundo filme da franquia derivada de Harry Potter, Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald estreia na plataforma do Telecine no dia 15. Na sequência, Newt Scamander (Eddie Redmayne) é recrutado pelo seu antigo professor em Hogwarts, Alvo Dumbledore (Jude Law), para enfrentar o terrível bruxo das trevas Gellert Grindelwald (Johnny Depp). 

Imagem: Reprodução

O filme do super-herói das histórias em quadrinhos Aquaman fica disponível no streaming do Telecine a partir do dia 21. No longa, o meio humano, meio atlante Arthur Curry (Jason Mamoa) tenta impedir que seu irmão, o Rei Orm (Patrick Wilson), ataque a superfície para destruir a raça humana e, assim, recuperar o lendário Tridente de Atlan e o trono de Atlântida. 

O Favorito 
Disponível no streaming do Telecine a partir de 1º de dezembro 

Em 1987, Gary Hart é o candidato dos democratas para concorrer às eleições presidenciais dos Estados Unidos ao lado de sua esposa, Lee Hart. Com a vitória praticamente em suas mãos, o ex-senador do Colorado vê sua campanha ruir quando um escândalo de traição vem à tona. Direção: Jason Reitman Elenco: Hugh Jackman, Vera Farmiga, J.K. Simmons, Mark O’brien Canadá. EUA. 2018. Biografia. 113 min. 

O mundo da fantasia invade o streaming do Telecine em dezembro

2.12.20

15.11.20

Telecine e Cabíria Festival apresentam atrações exclusivas e gratuitas para promover mulheres no audiovisual

Para esquentar o Cabíria Festival, evento que incentiva a representatividade feminina no audiovisual, que será realizado entre 18 e 29 de novembro, o Telecine disponibiliza um combo de conteúdos de cinema no seu YouTube. 

Na quinta-feira (19), a partir das 21h, uma live aberta ao público do longa-metragem Papicha e na sexta (20), das 11h às 13h, será a vez de conferir uma masterclass com a participação de Mounia Meddour, diretora do filme vencedor da categoria Melhor Primeiro Filme, no Cesar, o principal prêmio do cinema francês. 


Papicha conta a história de Nedjma “Papicha”, uma jovem apaixonada por moda, que durante a Guerra Civil da Argélia, se recusa a seguir os costumes conservadores dos grupos terroristas e luta contra a opressão que o governo exerce sobre mulheres. A classificação indicativa é 16 anos. 

E para incentivar o debate sobre igualdade de gênero e diversidade, durante todo o mês de novembro, o festival disponibiliza em sua plataforma uma cinelist com 15 filmes relacionados ao tema. Os títulos escolhidos pela curadoria do Cabíria seguem a narrativa da inclusão e a seleção de obras cinematográficas marcam a presença feminina no audiovisual. Clique aqui para conferir a lista.

Telecine e Cabíria Festival apresentam atrações exclusivas e gratuitas para promover mulheres no audiovisual

15.11.20

5.11.20

De perto ela não é normal

De perto ela não é normal || Estreia dia 5 de novembro no Telecine 

Crítica por Helen Nice

Imagem: Ellen Soares  

Suzie (Suzana Pires) seguiu à risca o que sua mãe esperava de uma boa garota. Desde pequena ouvia que para ser uma boa mulher e se realizar na vida teria que se casar e ajudar seu marido a chegar lá. Suzie casou-se com o namoradinho de infância, Pedrinho, seu príncipe encantado, teve duas lindas filhas e... Se fosse um conto de fadas, aqui entraria o famoso "e foram felizes para sempre". Mas, a história não foi bem assim... Suzie deixou para trás aquela criança feliz e sonhadora, que ria descontraída, dançava e era criativa, arranjou um emprego sem graça, seu príncipe Pedro (Marcelo Serrado), virou o sapo barrigudo, acomodado e sem opinião própria, a sogra rabugenta Dora (Cristina Pereira) veio morar junto, as filhas cresceram; Bia tbm casou-se e Nina foi morar em NY; bateram asas, ganharam o mundo deixando o ninho vazio e a vida sem sentido. 

Olhando ao redor, ela percebe que sua amiga de infância Rebeca (Angélica) parece bem casada na opinião dos outros, mas empurra com a barriga definida um casamento de aparências com o marido JP (Izak Dahora) que "chegou lá". Frequenta a alta sociedade, mora na Barra e finge que não vê o filho problemático. Suzie entra em crise...não é isso que ela quer para sua vida! E agora??? Agora vai começar a melhor, mais difícil, mais desafiadora, mais empolgante, mais engraçada etapa de sua nova vida... aos 40 anos de idade. Suzie vai iniciar a busca por si mesma e tentar se encaixar em todos aqueles modelos arquetípicos que tentam enfiar goela abaixo das mulheres. Seja bem sucedida, tenha um emprego bem reconhecido, ganhe fortunas, tenha um corpo perfeito, seja zen, tenha um homem... Tantas cobranças e a única coisa que ela queria era chegar lá! Mas o que ou onde seria isso?? 

Imagem: Divulgação

Tentando encontrar sua real identidade, Suzie se depara com outras mulheres que a ensinam, apoiam e servem de referência. É sororidade que chama, né? A tia Suely que se descobriu na terceira idade e criou um grupo famoso de caminhada e tem uma vida confortável. A professora Deise Aparecida (Ivete Sangalo) muito loka, inteligente, estudiosa, ensimesmada em um universo só dela, mas que em seus devaneios nas aulas compartilha ensinamentos e reconhece o potencial da aluna. A advogada poderosa e bem sucedida Maria Piá (Gabi Amarantos, inclusive é dela a música tema do longa "Eu sou mais eu") que lhe dá sua primeira oportunidade de trabalho. Naninha (Samantha Schmütz) amiga e personal coach da academia, que dá a Suzie umas dicas nada seguras para ter um corpo perfeito. Mas ainda assim faltava algo para chegar lá... 

Em sua busca, Suzie se envolve com alguns homens (Henry Castelli, Otaviano Costa, Ricardo Pereira) tentando suprir suas carências. Demora para perceber que não adianta criar personagens para satisfazer o mundo se seu mundo interior estiver vazio. É preciso reencontrar a alegria da infância e um possível companheiro de jornada, que vai aparecer na hora certa e dar um novo start na vida. Felicidade, equilíbrio e auto confiança - talvez isso seja "chegar lá". Adaptar um monólogo e seus próprios personagens para outros atores e atrizes foi um desafio para Suzana Pires. Ela estudou, se aperfeiçoou, criando um novo roteiro sob a supervisão de Cacá Diegues e entregou aos outros a possibilidade de assumirem os papéis e darem cara nova. 

De perto ela não é normal

5.11.20

2.11.20

Destaques de novembro do Telecine

Renée Zellweger é a atriz, cantora e dançarina Judy Garland em Judy: Muito Além do Arco-Íris, cuja atuação lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz, além do Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme Dramático. O longa, uma adaptação do musical da Broadway O Fim do Arco-Íris com direção de Rupert Goold, chega ao streaming do Telecine no dia 2 de novembro. 

Indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes, Uma Vida Oculta estreia na plataforma do Telecine no dia 8. Com direção de Terrence Malick, o longa narra a história real de Franz Jägerstätter, fazendeiro austríaco que foi condenado à morte ao se recusar a lutar pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial. Jägerstätter era católico devoto e foi declarado um mártir e beatificado pela Igreja Católica anos depois. 

Imagem: Divulgação

Disponível no streaming do Telecine a partir do dia 19, Nasce Uma Estrela traz Bradley Cooper, que também assina a direção, no papel do astro da música country Jackson Maine e Lady Gaga como a promissora cantora Ally. Enquanto a carreira da jovem decola, a de Maine entra em decadência devido à problemas com o álcool. O filme recebeu oito indicações ao Oscar e cinco ao Globo de Ouro, vencendo em ambos na categoria de Melhor Canção Original por Shallow

Confira os destaques abaixo e aqui todos os lançamentos

Pé Pequeno 
Disponível no streaming do Telecine a partir de 1º de novembro 
Migo é um simpático Iéti, popularmente conhecido como Abominável Homem das Neves, que está determinado a provar que a raça humana existe. Na comunidade onde vive, todos acham que ele está louco, mas o gigante não desiste fácil e vai se jogar numa divertida aventura para mostrar que o mito do "Pé Pequeno", na verdade, é real. 
Direção: Jason Reisig, Karey Kirkpatrick 
Elenco: Channing Tatum, James Corden, Zendaya, Common 
EUA. 2018. Animação. 

Judy: Muito Além do Arco-Íris 
Disponível no streaming do Telecine a partir de 2 de novembro
Judy Garland cresceu sob os holofotes do mundo do entretenimento após interpretar Dorothy no clássico "O Mágico de Oz". Passando por problemas durante a década de 1960, Judy aceita se apresentar por um tempo em Londres para tentar dar uma elevada em sua carreira. Lutando para se manter estável, a estrela relembra os altos e baixos de sua trajetória na Era de Ouro de Hollywood. Direção: Rupert Goold 
Elenco: Renée Zellweger, Finn Wittrock, Rufus Sewell, Jessie Buckley, Michael Gambon 
EUA. França. Reino Unido. 2019. Biografia. 

Podres de Ricos 
Disponível no streaming do Telecine a partir de 3 de novembro 
Rachel Chu e Nick Young são um jovem casal de namorados que vive em Nova York. Tudo vai bem até que Nick convida a professora de economia para o casamento de seu melhor amigo em Singapura. Logo, Rachel descobre que Nick omitiu ser herdeiro de uma das famílias mais ricas do país, colocando-a em uma série de situações inusitadas. Indicado a dois Globos de Ouro, incluindo o de Melhor Filme de Comédia ou Musical. 
Direção: Jon M. Chu 
Elenco: Constance Wu, Henry Golding, Awkwafina, Michelle Yeoh, Gemma Chan, Harry Shum Jr. EUA. 2018. Romance. 

Destaques de novembro do Telecine

2.11.20

16.9.20

Première Telecine apresenta Três Verões, filme de Sandra Kogut estrelado por Regina Casé

Líder e referência em filmes no Brasil, o Telecine apresenta uma nova forma de experiência cinematográfica: o Première Telecine. A partir de setembro, o hub de cinema vai lançar produções inéditas e exclusivas no streaming e nos canais Telecine, e Três Verões, da diretora Sandra Kogut, é o primeiro deles. O longa, que traz Regina Casé no papel principal, estreia simultaneamente no streaming e no Telecine Premium hoje. Na TV, a exibição será às 22h.


Na trama, Regina Casé vive Madá, governanta de uma família rica que, ao pedir empréstimo aos patrões (Otávio Muller e Gisele Fróes) para abrir um negócio próprio, acaba se tornando vítima de um dos maiores escândalos de corrupção do país. O elenco ainda reúne Rogério Fróes, Jéssica Ellen, Daniel Rangel e Edmilson Barros.

Além da estreia de Três Verões, da Vitrine Filmes, o Telecine também vai lançar com exclusividade, em parceria com a H20, os longas De Perto Ela Não É Normal, dirigido por Cininha de Paula e com Suzana Pires e Marcos Caruso no elenco; e Não Vamos Pagar Nada, dirigido pelo cineasta João Fonseca e estrelado por Samantha Schmütz.

Première Telecine apresenta Três Verões, filme de Sandra Kogut estrelado por Regina Casé

16.9.20

4.9.20

Telecine Open Air Drive-in: o maior cinema ao ar livre do mundo retorna ao Rio de Janeiro

Gargalhadas, suspiros, lágrimas e nervos à flor da pele a cada cena, mesmo que ela já tenha sido vista algumas vezes. O cinema que te leva além. Esse resgate da magia do cinema será proporcionado pelo “Telecine Open Air”, que vai estar de volta ao Rio de Janeiro, para a alegria dos cariocas e de quem estiver pela cidade numa edição especial – drive in - diante do “novo normal” e com as devidas precauções sanitárias que a realidade atual exige.

O maior cinema ao ar livre do mundo acontecerá entre os dias 16 de setembro e 4 de outubro, na Marina da Glória. Realizado pela D+3 Produções, com patrocínio da Raízen e com o naming rights Telecine para essa edição especial, onde o público poderá mergulhar nas emoções dentro do próprio veículo e terá ainda à disposição uma bomboniere de cinema, cujos pedidos poderão ser feitos pelo celular.

Imagem cidade pelo Telecine

Nessa edição não faltarão comemorações, como a exibição de “Os Gonnies”, que junto com o clássico “De volta para o Futuro”, completa 35 anos, “O Iluminado” vai fazer 40 anos e “Ghost - Do outro lado da Vida”, 30 anos. Razões para festejar não faltarão. Filmes voltados para a criançada vão ajudar a garantir a diversão no fim de tarde dos fins de semana. Programão para toda a família! Com o objetivo de ajudar aos profissionais de produção de eventos, o Telecine Open Air vai promover o #salveproducao: além da meia-entrada praticada de acordo com a lei (para idosos, estudantes, professores da rede municipal, entre outros beneficiários) teremos a meia-entrada solidária, pelo valor de R$105, em que R$5 são doados para o Salve Produção e o evento dobra esse valor, totalizando R$10 em doação a cada ingresso solidário.

O Telecine Open Air é uma das formas mais simbólicas de promoção do nosso propósito de levar a magia do cinema para as pessoas. Já éramos parceiros do evento, mas esse ano, nominalmente, temos a oportunidade de promover de forma ainda mais estratégica essa experiência única que é vivenciar o cinema na maior tela ao ar livre do mundo. Além disso, a edição em formato drive-in proporciona uma opção segura de lazer no atual contexto que vivemos, aliando a experiência de assistir a um sucesso do cinema com a memória afetiva que o modelo resgata”, afirma Eldes Mattiuzzo, CEO do Telecine.

Ao longo de três semanas, tecnologia e diversão darão brilho ao “Telecine Open Air”, que exibirá 28 filmes em uma tela, que vem diretamente da Suíça, com área de 325m², tamanho equivalente a uma quadra de tênis. O sistema de som poderá ser sintonizado pelo rádio do carro e vai envolver o público em uma experiência única. Em muitos dias serão oferecidas duas sessões - a primeira às 18h e a segunda às 22h.

A programação é uma homenagem ao cinema, trazendo filmes que marcaram gerações, desde grandes clássicos até obras extremamente importantes na história do cinema nacional, como “O Auto da Compadecida” e “Central do Brasil”, além do lançamento de “Três Verões”, trazido pelo Telecine de forma exclusiva. A venda de ingressos é realizada pelo site rj.openairbrasil.com.br, a partir do dia 3 de setembro. O espaço vai receber cerca de 74 carros por sessão.

Com todas as precauções tomadas, vamos oferecer a única experiência cinematográfica real em drive-ins no Brasil, já que a telona do Telecine Open Air é a única com projeção de imagem, como no cinema. É muito superior aos painéis de led utilizados nos demais drive ins. E mais a beleza da Marina da Glória!”, afirma Renato Byington, sócio-diretor da D+3 Produções, que realiza o evento há 18 anos.

Programação 1ª SEMANA: 

16/9 – Quarta-feira – Noite de abertura: 
Abertura dos portões: 18h
Início da sessão: Três Verões (estreia nacional -Telecine) – 20h

Telecine Open Air Drive-in: o maior cinema ao ar livre do mundo retorna ao Rio de Janeiro

4.9.20

3.9.20

1917, Venom e Dora e a Cidade Perdida chegam ao streaming do Telecine em setembro

Com direção de Sam Mendes, que levou o Globo de Ouro de Melhor Diretor, e 10 indicações ao Oscar, 1917 chega ao streaming do Telecine no dia 6 de setembro. Ambientado na Primeira Guerra Mundial, o longa narra a trajetória de Schofield (George MacKay) e Blake (Dean-Charles Chapman), dois soldados britânicos que recebem a missão de alertar o batalhão liderado pelo coronel Mackenzie (Benedict Cumberbatch) sobre uma emboscada e, assim, evitar a morte de milhares de compatriotas. 


Sucesso de público, Venom estreia na plataforma na terça, dia 08, com Tom Hardy no papel título. Na trama, Hardy vive Eddie Brock, jornalista investigativo que ganha superpoderes após ser infectado e se tornar hospedeiro de um simbionte alienígena. Michele Williams também faz parte do elenco no papel de Anne Weying. As aventuras de Dora e seu amigo macaco Botas ganham vida em Dora e a Cidade Perdida, live-action disponível no catálogo do Telecine a partir do dia 10. Dora (Isabela Moner) se junta a Botas e seu primo Diego (Jeff Wahlberg) para salvar seus pais (Michael Peña e Eva Longoria) e desvendar o mistério por trás de uma antiga cidade perdida.

Em Bons Meninos, comédia estrelada por Jacob Tremblay que chega ao streaming na quinta, 17, Max (Tremblay), Lucas (Keith L. Williams) e Thor (Brady Noon) são três alunos da sexta série que se envolvem em uma série de confusões como matar aula e fugir para se juntar aos colegas populares em uma festa.

A partir do dia 22, Harriet traz a história real da abolicionista e ativista americana Harriet Tubman. O longa biográfico rendeu indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Atriz para Cynthia Erivo, que interpreta a escrava que conseguiu escapar e ajudar centenas de pessoas a fugir da escravidão durante a Guerra Civil Americana.

Confira todas as novidades do Telecine aqui.

1917, Venom e Dora e a Cidade Perdida chegam ao streaming do Telecine em setembro

3.9.20

27.8.20

Telecine estreia Três Verões, da Vitrine Filmes, e passa a ter filmes exclusivos

O Telecine, hub de cinema, lança em setembro, no streaming de filmes e na rede de canais, o aguardado “Três Verões”, longa-metragem dirigido pela cineasta Sandra Kogut e estrelado pela atriz Regina Casé. Aclamada em festivais nacionais e internacionais, a produção inaugura a nova série de filmes exclusivos da marca.

Ter a oportunidade de oferecer ao usuário Telecine um filme inédito e exclusivo como Três Verões, que era um dos mais aguardados pelo público antes da pandemia, reforça o nosso propósito de levar a magia do cinema para o maior número de pessoas e fomentar a indústria nacional. Poder assistir a um filme inédito torna a experiência do usuário ainda mais única e especial”, afirma Sóvero Pereira, Diretor de Conteúdo e Aquisições do Telecine.

Imagem: Divulgação

Além da estreia de Três Verões, o Telecine também lançará com exclusividade, em parceria com a H20, os longas “De Perto Ela Não É Normal”, protagonizado pela atriz Suzana Pires e dirigido por Cininha de Paula, com Marcos Caruso no elenco; e “Não Vamos Pagar Nada”, dirigido pelo cineasta João Fonseca, com a atriz Samantha Schmütz.

Sinopse:

A cada verão, entre Natal e Ano Novo, o casal Edgar e Marta recebe amigos e família na sua mansão espetacular à beira mar. Em 2015 tudo parece ir bem, mas em 2016 a mesma festa é cancelada. O que acontece com aqueles que gravitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida deles desmorona? Através do olhar de uma caseira e de um velho patriarca, ambos vítimas do sonho neoliberal, vemos um retrato do Brasil contemporâneo, imediatamente antes de 2018.

Telecine estreia Três Verões, da Vitrine Filmes, e passa a ter filmes exclusivos

27.8.20

26.6.20

Pequenos Monstros

Pequenos Monstros || Disponível no Telecine
Crítica por Marcelino Nóbrega


Quer fazer algo divertido no final de semana? Zapeie na seção de lançamentos da plataforma do Telecine na internet. Esqueça críticas, padrões de qualidade, critérios estéticos e escolha por intuição. Ás vezes pode resultar em uma escolha terrível (fazer o quê, né, abandona-se o filme pela metade); ás vezes sai uma surpresa deliciosa. E quando esse lançar de dados teve consequência em Pequenos Monstros, você acabou de ganhar 94 minutos divertidos. Nessa época de pandemia, isso é importante! 

Produção de 2019 do diretor Abe Forsythe, esse filme australiano e norte-americano tem no seu elenco uma atriz do primeiro time: Lupita Nyong’o, oscarizada que trabalhou em grandes filmes recentes, como 12 Anos de Escravidão (2013); Pantera Negra (2018) e Nós (2019). Junto com Alexander England, Josh Gad, uma turma de crianças e uma horda de zumbis, o diretor põe a ganhadora de Oscar para cantar Taylor Swift e tocar ukulele, fugir de zumbis e cuidar de um bando de crianças de jardim de infância. 

É uma comédia de terror. O roteiro é simples, mas divertido e fofo! Primeiro apresenta o personagem Dave de Alexander England, um fracassado imaturo que briga com a namorada e vai morar com a irmã que tem um filho encantador, o Felix, interpretado pelo ator mirim Diesel La Torraca. Um dia, Dave leva Felix à escola e se encanta com a professora do jardim de infância Srta. Caroline, vivida pela brilhante atriz Lupita Nyong’o. Nessa paixonite, o recém desiludido amoroso acaba se voluntariando para, junto com a professora, levar as crianças numa excursão de ônibus a um parque que tem fazendinha, campo de golfe e fica próximo a uma base militar. Aí começa a diversão, quando chegam lá, encontram o astro infantil mais adorado pela pirralhada, o desagradável McGiggle interpretado pelo ator Josh Gad, um bando de turistas e uma epidemia zumbi. 


O filme diverte bastante. Lamentável que a decisão do roteiro de mesclar a fofura das crianças e das canções de Taylor Swift, cantadas por Lupita e seu ukulele, com um humor negro, baseado em mortes, decapitações, muitos palavrões e situações sexuais, tenha tornado o filme dúbio com relação a sua proposta: tornar-se um filme cult ou um filme sessão da tarde. Uma decisão mais firme quanto ao que se queria como resultado final teria tornado o filme bem melhor. A classificação de 16 anos deve-se à violência e às menções ao sexo; as meiguices da professora com as crianças são bem doces, classificação livre, e a estória de redenção no final feliz é clichê puro, essa mescla é que não casa bem. Mas a estrela Lupita Nyong’o brilha! Que atriz! As crianças são divertidas e os zumbis lentos não provocam medo nenhum. A turma do Walking Dead mataria todos em 10 minutos! rsrsrsrs É um filme para se dar risadas e não para entrar na lista de melhores do ano: divirtam-se! 

Quanto a fotografia, cenografia, não há nada excepcional. O filme é prazeroso pelo desenrolar da estória. Juntar uma boa atriz, fora de seus papéis habituais, com crianças fofas, zumbis bobões, num cenário australiano emoldurado pelo pop da Taylor Swift, até ressuscitando a banda de irmãos Hamson, com beijo e redenção no final, fizeram essa hora e meia de cinema online passar de uma maneira bem agradável. 

Nota: 6,5/10.

Pequenos Monstros

26.6.20

13.5.20

Telecine promove live com a transmissão do filme De Pernas Pro Ar 3

O Telecine vai levar pela primeira vez a magia do cinema para o universo das lives promovendo um calendário com sucessos de bilheteria em variadas plataformas. 

A Sessão Fique Em Casa entra em cartaz nesta quinta-feira (14), às 21h, com a transmissão da comédia estrelada por Ingrid Guimarães, De Pernas Pro Ar 3 simultaneamente no Youtube, no Telecine Pipoca e no canal do cliente das operadoras de TV por assinatura. 


 O filme, disponibilizado em parceria com as distribuidoras Paris Filmes e Downtown Filmes, já alcançou mais de meio milhão de plays no streaming do Telecine e será apresentado por Renata Boldrini. Para incentivar doações, a live contará com um QRCode da plataforma Para Quem Doar, iniciativa do Grupo Globo que conecta doadores a quem está trabalhando incansavelmente para combater e prevenir os impactos da pandemia no país.

Telecine promove live com a transmissão do filme De Pernas Pro Ar 3

13.5.20

22.4.20

Hebe - A Estrela do Brasil

Hebe - A Estrela do Brasil || Disponível no Telecine
Crítica por Helen Nice


O filme Hebe - A Estrela do Brasil estrelado pela atriz Andrea Beltrão, que diga-se de passagem está incrível no papel, faz um recorte de um período conturbado da vida da apresentadora nos anos 1980. A biografia nos traz uma Hebe real e uma visão da mulher por trás das câmeras, sob um ângulo que apenas quem conviveu com ela poderia descrever. Baseado em relatos, materiais da família e uma intensa e desafiadora pesquisa, rica em detalhes. Uma mulher que defendia suas crenças e suas causas com força e determinação, porque sempre acreditou que "defender o que é certo não seria uma questão de ideologia, mas sim de caráter". Hebe tinha nas mãos a arma mais poderosa e importante para defender isso tudo - um microfone. E soube usá-lo como ninguém. Apesar de todos os problemas de ordem pessoal, Hebe nunca faltou com a verdade que defendia com garra e determinação.

O roteiro de Carolina Kotcho se propõe a atingir um público que acompanhou a carreira de Hebe pela TV e ao mesmo tempo apresentar uma outra Hebe, em um retrato mais íntimo e até com aspectos mais dramáticos e pessoais da vida da mulher Hebe. Mesmo quem não acompanhou de perto através dos programas ou de revistas e jornais de época irá se envolver na história bem montada e com um roteiro bem coerente. O filme não é uma cinebiografia tradicional e comum, mas um recorte autêntico e apaixonante da pessoa Hebe, que enfrentou desafios em sua carreira trazidos pelo momento político que o País enfrentava e desafios em seu relacionamento pessoal, bastante conturbado.

Hebe - A Estrela do Brasil vai além dos conhecidos "gracinha" e "a gente volta já, já" e nos mostra a figura que marcou época, influenciou seu público, lutou pelos direitos das minorias, enfrentou a censura, foi poderosa ao afirmar sua posição em uma relação abusiva com o empresário Lélio (Marco Ricca), ditou moda e costumes. A essência da Hebe está em cada detalhe do filme e mesmo se tratando dos anos 80 é bastante atual com assuntos que estão em voga no momento. As gerações mais novas que talvez pensem não ter conexão com Hebe por não ter vivido este período irão se surpreender ao perceber como Hebe foi e é uma figura inspiradora e bastante contemporânea.

Ainda no elenco temos Daniel Boaventura como Sílvio Santos, Stella Miranda como Derci Gonçalves, Claudia Missura como Nair Belo e Karine Talles como Lollita Rodrigues. Assista no Telecine.

Hebe - A Estrela do Brasil

22.4.20

16.4.20

As Trapaceiras

As Trapaceiras || Disponível no Telecine
Crítica por Helen Nice


As Trapaceiras (The Hustle) filme do diretor estreante Chris Addison com Anne Hathaway (Josephine Chesterfield) e Rebel Wilson (Penny Rust), mulheres que tem como profissão enganar os ricos e famosos da Riviera Francesa tenta, sem grande sucesso, fazer um remake do clássico filme de 88 "Os Safados", onde o diretor Frank Oz teve o privilégio de dirigir Steve Martin e Michael Caine como os ótimos trambiqueiros. O filme até tenta alçar voo e produzir momentos de riso, mas pelo menos no meu caso, não surtiu efeito. E mais uma vez Anne Hathaway não foi feliz e segue não nos brindando com um personagem marcante.

Josephine já adquiriu um nível social e um alto padrão de vida graças ao know how nos seus golpes. Penny é a trambiqueira que se espelha nos grandes mestres da trapaça para aprimorar sua técnica. Ela está procurando novas vítimas quando encontra Josephine no trem indo para a chic Riviera Francesa. Unem forças e Josephine passa a ensinar Penny a ser menos desajeitada e adquirir um ar mais sofisticado. A premissa das Trapaceiras é "homens são alvo fácil, pois não acreditam que as mulheres sejam mais espertas que eles" e tenta mostrar mulheres poderosas, mas não atinge o objetivo. Rebel Wilson dá um certo ar irreverente ao roteiro, mas os diálogos são fracos. As cenas onde ela se camufla com as roupas até que são engraçadas.

As personagens são rasas e forçadas e não acrescentam conteúdo ao roteiro chegando a um nível de besteirol desnecessário. Com piadas sem tanta graça acaba se perdendo na própria temática. Fica a impressão que as cenas não se interligam e apenas poucos momentos são divertidos. O figurino salva o filme ao lembrar O Diabo veste Prada e os bons tempos de Anne. Uma pena que essa comédia que prometia boas gargalhadas, nadou e morreu nas praias da Riviera.

As Trapaceiras

16.4.20

20.3.19

Telecine "esquece" o livro 'Com Amor, Simon' por várias cidades brasileiras

Inspirados em compartilhar a história de Simon, a Telecine vai espalhar exemplares do livro Com amor, Simon, que inspirou o filme, em locais públicos de nove cidades a fim de sensibilizar as pessoas a compartilharem as mensagens do enredo.

Qual é a sensação de encontrar um livro que traz uma história marcante em um local público? E quando se descobre que o livro não foi esquecido por ninguém, e sim deixado de propósito como um presente para quem o encontrasse? Telecine quer despertar esse sentimento e motivar o público a falar sobre amor com a chegada do filme 'Com Amor, Simon' às suas plataformas e canais.


Inspirado pela iniciativa de Emma Watson, que marcou pessoas pelo mundo ao "esconder" títulos feministas em locais públicos, Telecine costurou uma ação em que a sensibilidade e a empatia também são protagonistas. A partir dos conflitos vividos pelo personagem, a marca vai espalhar alguns exemplares do livro em nove cidades do país junto com uma carta com a definição de Simon do que é amor e um convite para que cada um que encontre o conteúdo também o compartilhe e leve a mensagem para mais e mais pessoas. A ação ganha um charme com dicas nas redes sociais da marca sobre onde encontrar o livro propositalmente esquecido em cada uma das cidades. São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Fortaleza, Salvador, Campinas, Recife, Belo Horizonte e Curitiba participam da iniciativa.

O filme, uma comédia romântica teen, retrata a vida de Simon Spier (Nick Robinson), um estudante de 17 anos que experimenta as descobertas típicas da adolescência. Inclusive da sua sexualidade. Ao mesmo tempo em que ele se descobre, por medo de ser julgado e não ser aceito pela família e pelos amigos, ele se esconde. Quando descobre que um aluno da escola com o codinome Blue está na mesma situação, eles começam a trocar mensagens. Tudo vai bem até que os e-mails são descobertos pelo estudante Martin, que começa a chantagear Simon. Com seu segredo ameaçado, Simon é forçado a encontrar uma forma de se aceitar e se revelar. A trama se desenrola com muita sensibilidade e emoção.

Confira abaixo o conteúdo da carta que acompanha os livros.

Eu nem sei direito como aconteceu. Só sei que foi de repente.

Telecine "esquece" o livro 'Com Amor, Simon' por várias cidades brasileiras

20.3.19

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