Editora Rocco

6.4.20

Rocco lança edição comemorativa 20 anos de Harry Potter

Em comemoração aos 20 anos do lançamento de Harry Potter no Brasil, a editora Rocco vai lançar uma nova versão da saga no final do mês.

Todos os livros da série ganharam novas edições comemorativas capa dura, com ilustrações de Brian Selznick (vencedor da Medalha Caldecott) e Mary GrandPré. Você pode comprar os livros avulsos ou em box edição limitada.






Na Amazon existe duas opções de box, uma com cards e outra sem.





No site da Submarino tem uma página especial dedicada às novas edições e outros produtos de Harry Potter. Aproveitem o desconto de 10% da pré-venda.

*As capas dos livros são sequências e formam uma imagem quando juntas.

Rocco lança edição comemorativa 20 anos de Harry Potter

6.4.20

25.8.19

Rocco divulga novidades sobre O conto da aia

A editora Rocco divulgou semana passada que vai lançar uma graphic novel inspirada em O conto da Aia. A edição será lançada em setembro, mas a pré-venda começou.


Tudo o que as Aias usam é vermelho: como a cor do sangue, que nos define.Offred é uma aia da República de Gilead, um lugar onde as mulheres são proibidas de ler, trabalhar e manter amizades. Ela serve na casa do Comandante e de sua esposa, e sob a nova ordem social ela tem apenas um propósito: uma vez por mês, deve deitar-se de costas e rezar para que o Comandante a engravide, porque em uma época de declínio da natalidade, Offred e as outras Aias têm valor apenas se forem férteis. Mas Offred se recorda dos anos anteriores a Gilead, quando era uma mulher independente, com um emprego, uma família e um nome próprio. Hoje, suas lembranças e sua vontade de sobreviver são atos de rebeldia. Provocante, surpreendente, profético.

O conto da Aia é um fenômeno mundial, já adaptado para cinema, ópera, balé e uma premiada série de TV. Nessa nova versão em graphic novel, com arte arrebatadora de Renée Nault, a aterrorizante realidade de Gilead é trazida à vida como nunca antes.

***

Outra novidade foi a divulgação da capa de Os testamentos. O livro é uma continuação de O conto da aia e escrito mais de 30 anos depois da primeira publicação. A previsão de lançamento é em novembro.


Na impressionante continuação de O conto da aia, Margaret Atwood responde às perguntas que afligem os leitores há décadas.

Quando a porta da van foi fechada em O conto da aia, não havia como saber qual futuro Offred tinha pela frente - liberdade, prisão ou morte. Em Os testamentos, Atwood retoma a história quinze anos depois que Offred seguiu em direção ao desconhecido - a partir dos surpreendentes testamentos de três narradoras femininas de Gilead.

"Caros leitores: Tudo o que vocês me perguntaram sobre Gilead e seu funcionamento interno é a inspiração para este livro. Bem, quase tudo! A outra inspiração é o mundo em que vivemos." Margaret Atwood

Rocco divulga novidades sobre O conto da aia

25.8.19

23.10.18

A caminho do Azul Sereno || Veronica Rossi - Never Sky #3


No final da resenha de Pela noite eterna eu comentei que queria ler os dois contos que fazem parte dessa trilogia antes de ler o final dela. Mas quando eu peguei o livro não resisti e comecei a ler, ainda mais que estava de ressaca literária e já tinha começado duas leituras que não foram para frente. O aviso de sempre quando se trata de continuações de série, essa resenha pode ter spoiler dos livros anteriores. A caminho do Azul Sereno será uma corrida contra o tempo e em busca de um lugar onde não exista o Éter. Eu sempre tenho dificuldade em explicar o Éter para vocês, mas é como se fossem tempestades de fogo. Elas queimam, destroem, o que tocam e torna a terra inabitável. Essas tempestades não aconteciam com tanta frequência como agora, por isso a busca pelo Azul Sereno é uma questão de sobrevivência.

Esse lugar é a única opção para Forasteiros e Ocupantes, um lugar em que o Éter não existe é a possibilidade de um recomeço. Nos dois primeiros livros conhecemos Ária e Perry. Ela uma Ocupante que foi expulsa do núcleo que vivia, e ele um Forasteiro que vive do lado de fora. O caminho dos dois se cruza, eles aprendem um com o outro e se apaixonam. No segundo livro os dois vão unir forças contra o líder de um grupo de Forasteiros que quer ir só com a sua tribo para o Azul Sereno. É como se fosse ter uma seleção, eles só conseguem transportar um número determinado de pessoas e o caos se instalasse por causa disso. Vai ter ação, intrigas, brigas, escolhas e morte, tudo o que um bom livro de distopia tem.
Por que era tão difícil unir as pessoas que ela amava e mantê-las em segurança? Por que ela não podia simplesmente passar um dia, um único dia, sem fugir, ou brigar, ou perder alguém?

O livro continua sendo narrado pelos dois personagens principais e o relacionamento da Ária com o Perry tem o amadurecimento final aqui. Eles já passaram por tudo, foram separados, perderam pessoas, e agora estão mais fortes do que nunca. A Ária vai começar a ter um liderança com o seu grupo de Ocupantes, que ela salvou no livro dois, e assumirá uma posição de destaque. Essa parte da convivência entre Ocupantes e Forasteiros é interessante porque mostra que a sobrevivência passa por cima de qualquer preconceito ou convenção. Um grupo vivia com toda a comodidade e tecnologia e o outro vivia na selva praticamente, com ações mais rudimentares. Quando o Éter acabou com os núcleos onde os Ocupantes viviam e a terra dos Forasteiros, eles precisaram se unir para sobreviver.

Esse foi o livro que mais tem ação dos três, até por ser a conclusão e ter a chegada ao Azul Sereno. A autora foi um pouco mais além disso, não é só encontrar o Azul Sereno é saber se ele é realmente esse paraíso que todos esperavam. E novamente uma reflexão interessante, esse lugar é uma terra sem dono, que seria dividida igualmente, mas Sable, o grande vilão do livro, não aceita e quer tudo para si. Parece que o ser humano não consegue viver não sendo o dono de todas as coisas, tendo o poder sobre outras pessoas. Ter um líder significa, nesse contexto, subjugar uma tribo a sua vontade, mesmo que isso passe por uma matança. Não era aceitável para o Sable ter outro líder, então ele faz de tudo para que nenhum outro sobreviva.

A caminho do Azul Sereno || Veronica Rossi - Never Sky #3

23.10.18

5.10.18

Pela noite Eterna || Veronica Rossi - Never Sky #2


Em setembro eu tirei alguns dias para fazer releituras de trilogias que já tenho completa. Reli mês passado Sob o céu do nunca, inclusive atualizei a resenha com fotos novas e o link está lá embaixo, e não me aguentei e emendei Pela noite eterna. Esse texto pode ter spoiler do primeiro, porque essa é uma estória continua, começa da onde o primeiro terminou. A Ária e o Perry estão separados. Ela ficou em uma das cápsulas para descobrir se sua mãe estava viva e ele voltou para os Marés, para ser o líder deles. Pouco depois do começo desse livro os dois se reencontram e Perry leva Ária para sua tribo. Acontece que ela é uma Ocupante e desde o primeiro livro sabemos que Ocupantes e Selvagens, pessoas como o Perry, que vivem do lado de fora, não vivem em harmonia.

Na tribo de Perry Ária será hostilizada, vista como intrusa. Ela não aguenta muito tempo essa pressão e parte em uma nova missão: descobrir o Azul Sereno. Esse lugar é a representação de um paraíso, local em que o Éter, fenômeno natural e destruidor, não existe. Perry fica desolado, mas não pode sofrer por muito tempo pois tem seus próprios problemas para resolver, como o Éter destruindo todo o terreno fértil de sua tribo, pessoas que não querem ele como líder e indo embora. No fim, ele também vai querer saber onde é o Azul Sereno, para levar os Marés para lá. Vai acabar que terá muita gente querendo ir e pouco espaço para todo mundo.
Nós perdemos e perdemos, e ainda estamos aqui. Tremendo, com medo de fazer algo. Estou cansado de me contentar com isso porque não sei se existe algo melhor. Tem de haver. De outro modo, qual é o sentido?

Como segundo livro, Pela noite eterna não deixou nada a desejar. É um livro que realmente continua a estória, sendo uma ponte para o terceiro e importante para que saibamos o que é o Azul Sereno e qual a importância dele. A autora amarrou tudo muito direitinho e continua com suas reviravoltas e um vilão que tenta se redimir. O Roar e a Liv aparecem aqui novamente. O Roar continua tendo a sua importância, aqui até mais pois descobrimos mais afinidades entre ele e a Ária, tanto que tem um momento que o Perry questiona a amizade dos dois. A Liv de fato aparece e ela vai ser um encaixe para descobrir sobre o Azul Sereno. Só que acontece uma coisa com ela que meu coração ainda não aceita e sofre pelo Roar.

O romance entre o Perry e Área amadurece de certo modo. Eles vão passar pelas provações da tribo dele, que tentará fazer com que eles se separem, e por um tempo vão conseguir. Também tem a questão dele ser especial e para perpetuar esse poder, se casar com quem é igual a ele. Uma questão que traz sobrevivência para os Selvagens. Esse assunto dos casamentos arranjados é interessante. Uma situação que aconteceu tanto tempo atrás e que volta num futuro tantos anos à frente. Mesmo assim, Ária e Perry farão de tudo para ficarem juntos. O laço que une eles os tornam mais fortes, ele com o conhecimento dos Selvagens e ela com o conhecimento dos Ocupantes.
Ela vinha procurando o conforto de um lugar. De paredes. Um teto. Um travesseiro para descansar a cabeça. Agora percebia que as pessoas que ela amava lhe davam forma, consolo e significado. Perry e Roar eram seu lar.

Pela noite Eterna || Veronica Rossi - Never Sky #2

5.10.18

7.6.17

Insurgente || Veronica Roth


Para quem não leu Divergente, fica o aviso de que essa resenha pode conter spoiler da primeira parte da aventura de Tris. Não se prendam ao fato de já ter visto os filmes, pois são tão diferentes, o primeiro nem tanto, que estou chocada até agora. A resenha é para comentar sobre o livro, mas eu não posso deixar de comentar o quanto a diferença entre Insurgente livro e Insurgente filme me surpreenderam. Eu acompanho essa trilogia desde quando o primeiro foi lançado. Não me interessei em ler e quando saiu o spoiler do final fiquei apenas nas adaptações.

Acontece que quando eu vi Insurgente nos cinemas eu gostei muito do filme. Têm cenas lá que eu acho bem feitas, como é o caso da caixa no final, e o enredo ficou coerente para mim. Porém, antes do filme sair os fãs já comentavam que tudo estava muito diferente e eu só fui entender o que eles estavam falando depois de ler o livro. Não é uma adaptação no sentido usual da palavra. O que está no filme é uma outra estória com inspiração no livro. Os personagens são os mesmos, o resto é novo.

A minha surpresa foi não ler as cenas que eu tanto tinha gostado no filme. Foi perceber o desperdício com o potencial do livro, que é muito bom. Gente, não existe aquela cena da Tris tentando abrir a caixa. O Marcus, pai do Quatro, tem um papel maior no livro e isso nem aparece no filme. São muitas mudanças, esquisitas, que talvez justifiquem o desinteresse por parte de quem leu e depois viu. Fiquei mais motivada para continuar lendo, porque Convergente deve ser mais diferente ainda.

Decido guardar a camisa, para me lembrar do motivo original que me levou a escolher a Audácia: não foi por eles serem perfeitos, mas porque estão vivos. Porque são livres.


Insurgente || Veronica Roth

7.6.17

17.3.17

Divergente || Veronica Roth


Como a gente paga língua nessa vida, não é mesmo? Desde que eu fiquei sabendo do final de Convergente, sem ao menos ter começado a ler a trilogia e logo no lançamento, peguei um ranço com os livros que não tinha lido até agora, e olha que eu já tinha todos os livros. Os filmes são outra história, gosto muito do primeiro e segundo filme, mas a parte um do terceiro é realmente um desastre.

Olhando para a minha estante um dia e vendo os livros um ao lado do outro, me deu vontade de ler, simples assim. Peguei e fui e foi uma ótima leitura, diferente do filme e do que eu esperava. Quando eu me toquei que o Quatro é um personagem que eu adoro e que eu ainda não sabia o final dele, encontrei uma motivação nova para ler a trilogia.

Divergente é uma distopia que separa as pessoas por facções: Amizade, Abnegação (altruísta), Audácia (coragem), Erudição (inteligência) e Franqueza. Ao completarem 16 anos, os jovens passam por um teste e são designados para uma facção. Beatrice é a protagonista do livro e acompanhamos o teste dela e a sua adaptação a nova facção. Ela era da Abnegação, mas nunca se sentiu confortável com as diretrizes da facção em que nasceu. Então aproveitou o teste e acabou escolhendo a Audácia.

A grande questão da estória, é que o teste de Tris não indicou uma facção como o da maioria, mas três. Isso é caracterizado como Divergente, uma pessoa que se encaixa em várias facções e que o governo combate com a morte. É só pensar que o controle do governo está em determinar o que você é, onde vai trabalhar e essas coisas e vir uma pessoa que eles não podem controlar. 

Se o resto da minha vida for assim, com gargalhadas, atos corajosos e o tipo de exaustão que você sente depois.de um dia gratificante, serei uma pessoa feliz.


Divergente || Veronica Roth

17.3.17

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